Enciclopédia ocultista

Glossário e mapas

Consulta expandida do vocabulário ocultista, com verbetes, filtros por letra e mapas editoriais para organizar a leitura do acervo.

Consulta enciclopédica

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Resultados do glossário

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deus antigo K

Kali

Índia. Domínios: tempo, morte e libertação. Recepção esotérica: Importante em correntes tântricas e no imaginário ocultista contemporâneo.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

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Índia. Domínios: tempo, morte e libertação. Recepção esotérica: Importante em correntes tântricas e no imaginário ocultista contemporâneo.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

anjo cabalista K

Kamael

Categoria: anjo cabalista. Atribuições básicas: força, corte e Marte. Nota histórica: Arcanjo de Geburah em várias tabelas esotéricas. Tradição: Cabala judaica, cabala cristã e hermetismo ocidental.

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Categoria: anjo cabalista. Atribuições básicas: força, corte e Marte. Nota histórica: Arcanjo de Geburah em várias tabelas esotéricas. Tradição: Cabala judaica, cabala cristã e hermetismo ocidental.

vigilante transgressor K

Kasdeja

Categoria: Vigilante transgressor. Atribuições básicas: encantamentos, abortos e venenos. Nota histórica: Figura sombria da tradição enoquiana tardia. Tradição: 1 Enoque e tradições enoquianas derivadas.

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Categoria: Vigilante transgressor. Atribuições básicas: encantamentos, abortos e venenos. Nota histórica: Figura sombria da tradição enoquiana tardia. Tradição: 1 Enoque e tradições enoquianas derivadas.

deus antigo K

Khepri

Egito. Domínios: sol nascente e transformação. Recepção esotérica: Escaravelho solar da renovação cotidiana.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

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Egito. Domínios: sol nascente e transformação. Recepção esotérica: Escaravelho solar da renovação cotidiana.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

servo de syrach K

Khil

Categoria: servo de Syrach. Atribuições básicas: terremotos e abalos. Nota histórica: Opera sobre tremores e perturbação do solo. Tradição: Grimorium Verum.

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Categoria: servo de Syrach. Atribuições básicas: terremotos e abalos. Nota histórica: Opera sobre tremores e perturbação do solo. Tradição: Grimorium Verum.

deus antigo K

Khnum

Egito. Domínios: oleiro divino, fontes e modelagem da vida. Recepção esotérica: Molda corpos e destinos na imaginação religiosa egípcia.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

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Egito. Domínios: oleiro divino, fontes e modelagem da vida. Recepção esotérica: Molda corpos e destinos na imaginação religiosa egípcia.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

deus antigo K

Khonsu

Egito. Domínios: lua, tempo e viagem noturna. Recepção esotérica: Muito usado em leituras mágicas de ciclo e cura.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

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Egito. Domínios: lua, tempo e viagem noturna. Recepção esotérica: Muito usado em leituras mágicas de ciclo e cura.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

servo de syrach K

Klepoth

Categoria: servo de Syrach. Atribuições básicas: sonhos e visões. Nota histórica: Concede imagens oníricas e aparições. Tradição: Grimorium Verum.

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Categoria: servo de Syrach. Atribuições básicas: sonhos e visões. Nota histórica: Concede imagens oníricas e aparições. Tradição: Grimorium Verum.

chefe dos vigilantes caidos K

Kokabiel

Categoria: chefe dos Vigilantes caidos. Atribuições básicas: astros e observação celeste. Nota histórica: Seu nome o vincula às estrelas; em listas variantes surge como Kokabel ou Baraqijal. Tradição: 1 Enoque, listas etíopes e variantes gregas.

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Categoria: chefe dos Vigilantes caidos. Atribuições básicas: astros e observação celeste. Nota histórica: Seu nome o vincula às estrelas; em listas variantes surge como Kokabel ou Baraqijal. Tradição: 1 Enoque, listas etíopes e variantes gregas.

deus antigo K

Kronos

Grécia. Domínios: tempo mítico e reinado antigo. Recepção esotérica: Também lido como soberania devoradora.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

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Grécia. Domínios: tempo mítico e reinado antigo. Recepção esotérica: Também lido como soberania devoradora.. Em chave histórica, a função original do culto nem sempre coincide com o uso mágico moderno do nome.

demônio salomônico K

Kunopaston

Categoria: demônio salomônico. Atribuições básicas: doença e dano. Nota histórica: Nome de transmissão textual instável. Tradição: Testamento de Salomão e tradição salomônica ampla.

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Categoria: demônio salomônico. Atribuições básicas: doença e dano. Nota histórica: Nome de transmissão textual instável. Tradição: Testamento de Salomão e tradição salomônica ampla.

obra K

Kybalion

Texto de importância recorrente nos estudos sobre magia, esoterismo ou ritual, relevante para a transmissão de fórmulas, cosmologias e práticas interpretativas.

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Texto de importância recorrente nos estudos sobre magia, esoterismo ou ritual, relevante para a transmissão de fórmulas, cosmologias e práticas interpretativas.

Mapas e trilhas de estudo

Mapa do acervo ocultista

Visão panorâmica das grandes frentes do portal: goetia, anjos, grimórios, vigilantes, salomão, planetas, elementos e glossário técnico.

Este mapa situa as frentes principais do Alecto em uma malha de consulta. O eixo grimorial reúne Ars Goetia, Grimorium Verum e o ciclo salomônico; o eixo angélico concentra o Shemhamphorash; o eixo cosmológico articula magia planetária e elementar; e o eixo lexical organiza termos, objetos, substâncias, espaços e tradições.

  • Grimórios e selos
  • Hierarquias e ordens
  • Correspondências planetárias
  • Vocabulário técnico e arqueológico

Mapa da cadeia salomônica

Como Ars Goetia, Testamento de Salomão, Grimorium Verum e repertórios posteriores dialogam sem serem textos idênticos.

A cadeia salomônica não é um único livro, mas um ecossistema textual. O Testamento de Salomão oferece uma moldura narrativa de sujeição por meio do anel; a Ars Goetia organiza 72 espíritos com sigilos e dignidades; o Grimorium Verum preserva outra genealogia e outro arranjo de caracteres.

Mapa do eixo angélico

Relações entre os 72 anjos, os coros, a leitura cabalística e o uso moderno em catálogos de consulta.

Os 72 anjos cabalísticos aparecem aqui como uma camada de leitura do Shemhamphorash, com atenção às ordens angélicas, à linguagem zodiacal e às contraposições tardias com a goetia.

Mapa das esferas planetárias

Sol, Lua e os cinco planetas visíveis organizados por dia, metal, inteligência, espírito e qualidade simbólica.

A magia planetária distribui o mundo em esferas, cada qual com dia, metal, inteligência, espírito, cores e operações privilegiadas. Este mapa funciona como índice rápido para leitura comparada das fichas planetárias.

Mapa dos elementos e qualidades

Fogo, Ar, Água, Terra e Quintessência vistos por qualidades, direções e uso ritual.

Os elementos clássicos são apresentados como princípios de organização. O mapa articula quente, frio, seco e úmido, além de mostrar como alquimia, magia natural e ritual reutilizam esses pares.

Mapa da topografia ritual

Como o glossário distribui termos entre objeto, substância, espaço, diagrama, texto e conceito.

O glossário foi ampliado com forte ênfase em cultura material ritual. Este mapa ajuda a perceber como instrumentos, substâncias, altares, diagramas e operações convivem nas descrições do PDF importado.

Mapa da cultura material do ocultismo

Uma leitura arqueológica dos termos do glossário, com ênfase em instrumentos, recipientes, suportes e locais.

Grande parte da enciclopédia recebida descreve o ocultismo por suas materialidades: adagas, agulhas, aljavas, altares, líquidos, resinas, recipientes e contextos de deposição.

Mapa de selos, sigilos e caracteres

Diferença entre selo, sigilo, caráter, emblema editorial e reconstrução contemporânea.

Neste portal, selo, sigilo e caráter não são tratados como palavras absolutamente idênticas. O mapa explica quando a imagem é tradicional, quando é editorial e quando é reconstrução contemporânea.

Cronologia mínima do acervo

Linha de leitura que vai da Antiguidade tardia à magia renascentista e aos catálogos contemporâneos.

Esta trilha cronológica mostra a passagem por ambientes helenísticos, judaicos, enóquicos, grimoriais medievais e renascentistas, chegando às reorganizações modernas do material ocultista.

Trilha de estudo 1: iniciação ao acervo

Ordem recomendada para o visitante que está começando.

  1. Leia o manifesto e a home.
  2. Passe pelo glossário em busca de termos básicos.
  3. Visite magia planetária e elementar.
  4. Só depois entre em goetia e verum.

Trilha de estudo 2: grimórios e salomônica

Percurso para quem quer comparar Ars Goetia, Verum e o ciclo salomônico.

  1. Comece pelo mapa da cadeia salomônica.
  2. Compare Goetia e Verum.
  3. Use o glossário para termos como conjuração, selo, círculo e licença para partir.

Trilha de estudo 3: eixo angélico e cabalístico

Percurso para integrar anjos, hierarquias e vocabulário cabalístico.

  1. Leia o mapa do eixo angélico.
  2. Passe pelos 72 anjos.
  3. Use o glossário para termos cabalísticos, hebraicos e diagramáticos.